982. (...) Chegou a hora de nos deliciarmos com
as fragrâncias
Das flores do coração e
dos canteiros,
Canteiros de obras para
a reconstrução de nós mesmos.
Chegou a hora de nascer
e de novo renascer qual linda fênix em nosso rico viver
Chegou também a hora de
morrer, morrer para a prisão de nosso pequenino
Ego intrometido,
inutilmente vaidoso, ego egoísta, ego teimoso, ego voluntarioso,
Morrer para esse
pequenino ego-personalidade,
Deixando-o sob controle
e utilizando-o como instrumento
De todos os momentos e
mementos
Desde o circo dramático
e cômico de nossa vida
À prestação de serviços
para o mundo,
Portanto tendo o
privilégio assim
De amar e servir
A DEUS.
Ivanildo Falcão da
Gama -
In: “Chegou a hora...”


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